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Saudade:
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
É isto a saudade.
Não, a saudade não é isto. A saudade são as lágrimas que me caem quando sinto a tua falta mais do que de qualquer pessoa no mundo, é a força que faço para continuar em frente mesmo sem ti, é o vazio que me consome todos os dias e que nunca desaparece.
Ninguém sabe, ninguém imagina.
Queria-te aqui, a meu lado, a veres-me crescer. Queria que estivesses ao meu lado para sorrires nas minhas vitórias e para me amparares nas minhas derrotas. Queria que visses a pessoa que me tornei e que tanto devo a ti.
E não me basta saber que me continuas a ver, que me continuas a apoiar. Quero-te perto, tão perto que nada substitui o vazio.
Quero o teu cheiro de volta, a tua voz, o teu abraço, o teu amor.
Quero voltar a ser a menina da avó, quero comer a tua sopa (a melhor do Mundo), quero desarrumar-te a casa toda, assustar-te com os meus bichos de plástico, quero ensinar-te a escrever, quero dormir enroscada a ti.
Quero comer batatas fritas todas as noites, comer frango todas as quartas-feiras. Quero que andes a saber de mim como o fazias.
Quero levar as minhas amigas para tua casa e ver-te tratá-las tão bem como a mim. Quero passear contigo de braço dado, quero descascar favas contigo, quero ouvir “É bom pra tudo”. Quero a vó’Rora.
Quero-te de volta…
E será que ninguém entende? Não, ninguém entende.
Nove anos, uma vida. Minha, SÓ MINHA, avó.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
É isto a saudade.
Não, a saudade não é isto. A saudade são as lágrimas que me caem quando sinto a tua falta mais do que de qualquer pessoa no mundo, é a força que faço para continuar em frente mesmo sem ti, é o vazio que me consome todos os dias e que nunca desaparece.
Ninguém sabe, ninguém imagina.
Queria-te aqui, a meu lado, a veres-me crescer. Queria que estivesses ao meu lado para sorrires nas minhas vitórias e para me amparares nas minhas derrotas. Queria que visses a pessoa que me tornei e que tanto devo a ti.
E não me basta saber que me continuas a ver, que me continuas a apoiar. Quero-te perto, tão perto que nada substitui o vazio.
Quero o teu cheiro de volta, a tua voz, o teu abraço, o teu amor.
Quero voltar a ser a menina da avó, quero comer a tua sopa (a melhor do Mundo), quero desarrumar-te a casa toda, assustar-te com os meus bichos de plástico, quero ensinar-te a escrever, quero dormir enroscada a ti.
Quero comer batatas fritas todas as noites, comer frango todas as quartas-feiras. Quero que andes a saber de mim como o fazias.
Quero levar as minhas amigas para tua casa e ver-te tratá-las tão bem como a mim. Quero passear contigo de braço dado, quero descascar favas contigo, quero ouvir “É bom pra tudo”. Quero a vó’Rora.
Quero-te de volta…
E será que ninguém entende? Não, ninguém entende.
Nove anos, uma vida. Minha, SÓ MINHA, avó.